Jornal do Brasil –  O governo nicaraguense reconheceu na última segunda-feira a existência de 273 presos por participarem desde abril de protestos contra o presidente Daniel Ortega, e garantiu que os direitos humanos, como assistência médica e visitas familiares, estão sendo respeitados.

A esses réus “é dada atenção igual à que é conferida a qualquer preso nicaraguense ou de outra nacionalidade”, assegurou o ministro de Governo Luis Caña, em uma entrevista coletiva em que negou que os detidos nos protestos sejam “presos políticos”.

Segundo o relatório apresentado pelo Ministério de Governo (Mingo), que controla o funcionamento do sistema penitenciário nacional, nas prisões nicaraguenses há 273 manifestantes presos, dos quais 17 são mulheres.


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